“O Homem De La Mancha” tem temporada renovada para 2015!


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No encerramento da 100ª apresentação do musical “O Homem De La Mancha“, a platéia foi surpreendida com um anúncio inesperado: A temporada foi renovada até junho de 2015! Clique no link abaixo, para assistir a um vídeo do momento do anúncio!

Encerramento – 100ª Apresentação de “O Homem De La Mancha”

Cleto Baccic e “O Homem de La Mancha” levam prêmio APCA 2014


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Foi divulgado nessa semana, a lista dos vencedores do prêmio APCA 2014 (Associação Paulista de Críticos de Artes). Cleto Baccic foi premiado na categoria de “Melhor Ator”, por sua atuação como Dom Quixote em “O Homem de La Mancha“! O musical levou também o prêmio na categoria de “Melhor Espetáculo Teatral“.

“Estou muito feliz e honrado. O Prêmio APCA é reconhecidamente um dos mais importantes do Teatro Brasileiro. É uma grande conquista para todo o Teatro Musical. Esse prêmio não é só meu e sim de todos que trabalham neste projeto tão lindo. Agradeço, especialmente, ao grande Miguel Falabella pela confiança depositada no meu trabalho, ao SESI e a FIESP também, por me ajudar a colocar em prática mais um Sonho Impossível”

A avaliação foi realizada por mais de 50 críticos, e a cerimônia do prêmio APCA acontecerá no primeiro trimestre de 2015.

Cleto Baccic é indicado ao Prêmio “APCA” por sua atuação em “O Homem De La Mancha”


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A comissão de teatro da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) divulgou nesta terça-feira, 25 de novembro, a lista de indicados ao Prêmio APCA 2014, pela temporada do segundo semestre na cidade de São Paulo. O ator Cleto Baccic, protagonista do espetáculo O HOMEM DE LA MANCHA, foi indicado na categoria Melhor Ator. O musical, dirigido por Miguel Falabella e produzido pelo Atelier de Cultura para o SESI-SP, também concorre à premiação na categoria Melhor Espetáculo.

“Me sinto muito honrado com essa indicação. O Prêmio APCA é reconhecidamente um dos mais importantes para o Teatro Brasileiro. Estar na lista dos indicados me enche de contentamento. É um sonho realizado”.

Às categorias citadas serão somadas as do Grande Prêmio da Crítica e a do Prêmio Especial. A votação final acontecerá na segunda-feira que vem (1º/12), na sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo.

Além da indicação como melhor ator, o musical também concorre como melhor espetáculo! Confira abaixo a lista de indicados ao prêmio em 2014:

Melhor Ator
Cleto Baccic (O Homem de la Mancha)
Juca de Oliveira (Rei Lear)
Ricardo Blat e Thelmo Fernandes (A arte da comédia)
Ricardo Gelli (Propriedades condenadas)
Roney Facchini (Ou você poderia me beijar)
Rubens Caribé (Assim é (se lhe parece))

Melhor Espetáculo
A arte da comédia
Assim é (se lhe parece)
Conselho de classe (Companhia dos Atores)
O Homem de la Mancha
Os Azeredo mais os Benevides
Pessoas perfeitas (Companhia de Teatro Os Satyros)

Autor/dramaturgo
Alexandre Dal Farra (Abnegação)
Jô Bilac (Conselho de classe)
Leonardo Cortez (Maldito benefício)
Luís Alberto de Abreu e Calixto de Inhamuns (Karamázov)
Newton Moreno e Alessandro Toller (O grande circo místico)

Atriz
Clara Carvalho (Preto no branco)
Laila Garin (Elis, a musical)
Marieta Severo (Incêndios)
Nathalia Timberg (Tríptico Samuel Beckett)
Sandra Dani (Oh os belos dias)

Diretor
Aderbal Freire-Filho (Incêndios)
André Guerreiro Lopes (Ilhada em mim – Sylvia Plath)
Bel Garcia e Susana Ribeiro (Conselho de classe)
Marco Antônio Pâmio (Assim é (se lhe parece))
Rubens Rusche (Oh os belos dias)
Zé Henrique de Paula (Antes de mais nada e Preto no branco)

Confira algumas imagens do espetáculo “O Homem De La Mancha”!

Grupo da Melhor Idade de Camanducaia assiste a “O Homem De La Mancha”


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No último sábado, 15 de novembro, o Grupo da Melhor Idade de Camanducaia ganhou um passeio para assistir a peça de teatro “O Homem De La Mancha”, em São Paulo. A peça, dirigida por Miguel Falabella, fala das barreiras de um mundo injusto e cruel e a busca por uma resposta, além desses grandes vazios.

No final da peça, o ator principal, Cleto Baccic, recebeu o Grupo da Melhor Idade com uma simpatia inigualável, tirando risos de todo o grupo e posando para as fotos. A volta para Camanducaia contou com uma parada no restaurante Dom Pedro, em Atibaia, para um lanche oferecido pela Dona Ivone, proprietária do restaurante.

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Crítica “O Homem De La Mancha” – Revista Stravaganza


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Pode até não desembrulhar algo mais profundo, como o estudo da opressão, a crítica social e a sátira ao ideal do heroísmo, temas presentes no cultuado romance do escritor espanhol Miguel de Cervantes. No entanto, o texto relido por Dale Wasserman, com músicas de Mitch Leigh e letras de Joe Darion, honra à altura o papel de entretenimento eficaz. E a adaptação brasileira, subscrita pelo diretor Miguel Falabella, comete ainda uma ousadia. No lugar de ambientar a ação na Inquisição espanhola do século XV, cenário original da obra, ele transferiu os eventos para um manicômio brasileiro no final da década de 1930. A peculiar mudança ampliou as perspectivas e impressões de uma montagem que se desenvolve de forma vigorosa, eficiente e criativa. Se na matriz um presidiário da Inquisição comanda os outros reclusos, nesta versão é a figura do Governador quem organiza a rotina dos demais internos. Trata-se de um personagem assumidamente inspirado no autodidata artista plástico sergipano Bispo do Rosário (1909-1989), que passou os últimos cinqüenta anos da sua vida internado no hospício da Praia Vermelha e, mais tarde, na Colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro.

Na trama, um paciente que se apresenta como Miguel de Cervantes, poeta, ator de teatro e coletor de impostos, chega ao manicômio, onde é recepcionado pelo temido Governador, um maluco que manda até nos médicos da instituição. Ingênuo, sonhador e boa gente, o novo hóspede está acompanhado de seu criado, sujeito pouco inteligente, porém mais lúcido que o patrão. Logo no primeiro dia seus pertences são roubados, incluindo um importante manuscrito. Um julgamento é instaurado para definir se ele merece ter o texto de volta. No intuito de convencer a autoridade máxima do local, o escritor leva a cabo a missão de encenar a história de um cavaleiro errante chamado Dom Quixote, um nobre decadente que, ao lado do fiel escudeiro Sancho Pança, corre o mundo disposto a corrigir os erros, combater o mal e praticar o bem. Para concretizar a peça teatral, recruta como atores os próprios pacientes, que dão vida a diversos personagens e embalam uma tresloucada aventura marcada por moinhos de vento, ciganos e uma taberna freqüentada por pessoas nem um pouco confiáveis.

Falabella concebeu um musical movimentado, embebido de teatralidade e de vivacidade transbordante, que mantém o interesse do espectador do início ao fim. Ele acertou ainda na composição do numeroso elenco, com intérpretes adequados aos diferentes personagens do enredo.

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Com silhueta esguia e estudada fragilidade física, Cleto Baccic denota desenvoltura técnica e comovente sinceridade no duplo papel de Cervantes e Dom Quixote. Em um de seus bons momentos, exibe domínio da voz na interpretação da envolvente O Sonho Impossível.

Na condição de um dos nomes mais expressivos dos musicais brasileiros, a bela Sara Sarres interpreta Aldonza, a amarga prostituta que o anti-herói enxerga como donzela respeitável e virtuosa. Centrada, a atriz expressa a dor e a raiva da mulher importunada pelos homens e entrega seus reconhecidos recursos vocais na entoação de canções de partitura difícil. Ator experiente, Jorge Maya concede leveza e versatilidade ao seu Sancho Pança, proporcionando diversos instantes de alívio cômico. Guilherme Sant’Anna incute força e autoridade na pele do Governador. Com desembaraço e entusiasmo, Carlos Capeletti concede dignidade ao papel do Duque, mesmo em poucas aparições. Ivan Parente, como o Padre, evidencia aqui sua aptidão e afinação para cantar, regalias que não pode oferecer no musical A Madrinha Embriagada, seu trabalho mais recente. Referência no gênero, a atriz Kiara Sasso irradia calor na interpretação de Antonia, a vivaz sobrinha do protagonista. Os talentosos Fred Silveira (Pedro e substituto para viver Dom.Quixote), Ivanna Domenyco (criada), Edgar Bustamante (hospedeiro), Frederico Reuter (Sansão Carrasco) e Arízio Magalhães (Barbeiro) apoderam-se de suas respectivas criações e ajudam a cristalizar o viço e frescor do espetáculo.

A equipe de criação se inspirou no universo de Bispo do Rosário para preencher a encenação de referências ao inquieto artista. A empreitada foi bem sucedida. Os cenógrafos Matt Kinley (britânico) e David Harris (americano) forjaram uma poderosa estrutura metálica semicircular elevada a oito metros do piso. Uma passarela interliga quatro escadas em curva e serve para separar os ambientes reservados aos loucos e os restritos à chefia. O corpo do cenário é agasalhado por um tule pintado a mão pelo artista cênico Vincent Guilmoto, que buscou a caligrafia original do artesão sergipano. Até a passagem de navios – tema recorrente no repertório do artista – pelo palco faz alusão à sua obra.

Também os figurinos, de Cláudio Tovar, seguem o mesmo diapasão. As roupas ganharam cores, com destaque para o manto bordado do Governador, e os objetos cênicos foram compostos a partir de sucatas, outra de suas obsessões artísticas – o figurinista desenhou ainda jóias feitas de latas amassadas. A segura direção musical leva a assinatura de Carlos Bauzys, que adicionou ao conjunto de músicos dois violonistas especializados em melodia espanhola, ambos responsáveis pela execução de guitarras flamencas. Uma grata surpresa, levando-se em conta que, na Broadway, a montagem dispôs de uma orquestra sem instrumentos de cordas, com a exceção de um contrabaixo. Por fim, a coreografia de Kátia Barros influencia positivamente na fluência dos números e no bom ritmo da produção.

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Não é a primeira vez que o musical é levado no Brasil. Em 1972, a encenação paulista dirigida por Flávio Rangel, também tradutor ao lado de Paulo Pontes, contou com Chico Buarque e Ruy Guerra na versão das letras. Quem interpretou o herói problemático Dom Quixote foi Paulo Autran, que contracenou com Bibi Ferreira (Aldonza) e Grande Otello (Sancho Pança) – este substituiu Dante Rui na temporada carioca. Uma das maiores obras do teatro musical, desde sua estréia, em 1965, tem sido continuamente montada mundo afora. Não por acaso: o texto celebra um personagem que, observado pelo discurso e ideologia, de louco não tem nada.

(Vinicio Angelici – vinicioangelici@gmail.com)

(Foto João Caldas)

Avaliação: Ótimo

O Homem de La Mancha

Texto: Dale Wasserman

Músicas: Mitch Leigh

Letras: Joe Darion

Versão e Direção: Miguel Falabella

Elenco: Cleto Baccic, Sara Sarres, Kiara Sasso, Jorge Maya e outros.

Estreou: 13/09/2014

Teatro do Sesi
(Avenida Paulista, 1.313, Cerqueira César. Fone: 3146-7406).
Quarta a sexta, 21h;
Sábado, 17h e 21h;
Domingo, 19h.
Entrada gratuita.
Até 21 de dezembro.

Musicais Brasileiros se tornam autossuficientes – Diário de SP Online


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O “Diário de SP Online”, lançou hoje uma matéria que fala do crescimento e da já autossuficiência dos musicais aqui no Brasil. Eles chegam até comparar São Paulo, com a Broadway, onde até o mês de setembro, podiam se prestigiar 2 espetáculos em cartaz, contra 7 espetáculos em São Paulo. “O Homem De La Mancha”, claro, é citado e leva destaque pela sua grande produção, e parceria com o SESI SP/Senai, onde você tem a chance de prestigiar um grande espetáculo (que não perde para a Broadway), e com entrada franca! Confira abaixo a matéria na íntegra!

Desde 2012, os musicais brasileiros crescem em números de espetáculos. Até o mês de setembro, havia sete produções nacionais em cartaz em São Paulo, enquanto as da Broadway somavam apenas duas. Um dos fatores que têm elevado a produção brasileira é a qualidade dos profissionais envolvidos nos projetos.

Esta “onda” de musicais que está invadindo (num bom sentido) os teatros paulistas começou com produções em homenagens a artistas como Tim Maia, Chico Buarque, Rita Lee, Cássia Eller e Cazuza. Porém, agora os produtores arriscam mais e investem em projetos como “Se eu Fosse Você – O Musical”, “As Damas de Paus” e “O Homem de La Mancha”.

Para a jornalista de cultura da rádio Jovem Pan, Cris Santos, os musicais do Brasil tiveram influência da Broadway, mas agora são autossuficientes.

“O Brasil está se preparando para reproduzir os musicais da Broadway, mas já está se superando. Alguns espectadores dizem que o ‘Rei Leão’ daqui está melhor do que o original. Tem muita gente que vem de fora de São Paulo para assistir. Então vem caravanas, eles fecham pacotes e todos ficam encantados!”

A produtora cultural Gheu Tibério concorda com a jornalista e conta que o público percebeu essa qualidade nas produções brasileiras e hoje ele tem uma expectativa maior em relação aos espetáculos.

“O público vai ao teatro e já espera boa qualidade cênica, cenográfica, técnica e vocal. O mercado e o público estão mais exigentes. O público vai ao teatro e já espera boa qualidade cênica, cenográfica, técnica e vocal. É uma maneira de mostrar o desenvolvimento do nosso povo”, principalmente quando se contam histórias de artistas nacionais. Além disso, permite que “as novas gerações conheçam um pouco mais da recente história brasileira e os mais vividos relembrarem. Homenagear grandes nomes nacionais é uma forma de registrar uma época, um período importante da sociedade, da economia, do desenvolvimento do rádio, da Tv, da moda, dos costumes.”.

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Cena do musical “O Homem de La Mancha” | Foto por: João Caldas

O produtor musical Vinicius Munhoz, relata:

“O mercado de teatro musical é muito refinado e precisa de qualidades especificas, tanto para técnicos como atores e produtores. É uma questão de aprendizado que, sem duvida, está sendo incorporado em nossos profissionais. Todos ficam encantados! Os musicais são importantíssimos na cultura brasileira, afinal de contas eles são os responsáveis por reaquecer um mercado que estava no esquecimento da população. Agora não só mega produções musicais são feitas no país, como os textos teatrais voltam a tomar espaço nos teatros. O gênero coloca nosso país como terceiro maior produtor de Teatro Musical do mundo, perdendo somente para Londres e Estados Unidos e trazendo mais investimento, turismo e, indiretamente, criando movimentações em outros mercados.”

“Teatro musical é caro, caríssimo!”

Apesar de haver patrocinadores que investem nestes musicais, a maioria das peças ainda tem um valor alto. A jornalista explica que é preciso entender os dois lados: “é muito caro, mas, ao mesmo tempo, fica inviável fazer mais barato que isso”.

Já há investidores que patrocinam as produções, como a Fiesp. “Existem projetos financiados pelo Skaf, presidente do Sesi e da Fiesp. Então é muito bacana e não perde para a Broadway”, afirmou Cris Santos, que citou O Homem de La Mancha como um espetáculo acessível e bem produzido.

“Acho que se os órgãos públicos se envolvessem na causa cultural, certamente o público teria um melhor acesso. Políticas de patrocínio, editais, projetos de formação de plateia são fundamentais para fomentar o mercado cultural”, explica Gheu.

“Teatro musical é caro, caríssimo! As produções, mesmo quando tem preços mais baixos ou até mesmo entrada gratuita, como é o caso do Homem de La Mancha em São Paulo, tem orçamentos gigantescos, mas nem por isso os musicais devem ser dedicados somente às classes A e B”, conta Munhoz.

Ele, que faz parte da produção de O Homem de La Mancha, afirma que há iniciativas como o Vale-Cultura e a Lei Rouanet, lei de incentivo à cultura no Brasil, que descentralizam o acesso a este tipo de produções culturais. “Ações como as que são feitas hoje com o Atelier de Cultura e SESI-SP colaboram, e muito, para acesso geral a toda população”, assegura.

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Cena do musical “O Homem de La Mancha” | Foto por: João Caldas

A produtora cultural Gheu Tibério explica que os musicais existem no Brasil desde a época de Dom Pedro I, no final do século XIX. A ascensão, entretanto, se deu durante a Segunda Guerra Mundial, já que cassinos “promoviam shows de grande porte, que foram substituídos por pequenos espetáculos musicais, muitos destacando nosso folclore e seus personagens”.

A melhora na renda da população fez com que o acesso a cultura crescesse, segundo a produtora. Além disso, as viagens ficaram mais acessíveis e o público pôde conhecer os espetáculos estrangeiros. “Certamente as produções internacionais, não somente americanas, mas também as londrinas, influenciaram muito os musicais brasileiros”, garante.

SERVIÇOS

“O Homem de La Mancha”

Local: Teatro do SESI

Endereço: Avenida Paulista, 1313

Dias e horários: Quartas, Quintas e Sextas às 21h – Sábados às 17h e às 21h – Domingos às 19h

Preço: Entrada franca. Os ingressos devem ser reservados pelo site. São distribuídos 50 ingressos remanescentes por sessão, no dia do espetáculo, a partir do horário de abertura da bilheteria.

“Cássia Eller – O Musical”

Local: Centro Cultural Banco do Brasil

Endereço: Rua Alvares Penteado, 112 – Centro

Dias e horários: Quintas, Sextas e Sábados às 20h – Domingos às 19h – Segundas às 20h

Preços: Os ingressos custam de R$ 5 (meia entrada) a R$ 10 (inteira) e podem ser comprados pelo site (ingressos esgotados).

“As Damas de Paus”

Local: Teatro Fernando Torres

Endereço: Rua Padre Estevão Pernet, 588 – Vila Gomes Cardim

Dias e horários: Sextas às 21h30 – Sábados às 21h – Domingos às 19h

Preços: Os ingressos custam R$ 50 (Sextas e Domingos) e R$ 60 (Sábados) e podem ser comprados pelo site.

“Mônica Mundi”

Local: Theatro Net SP

Endereço: Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia

Dias e horários: Sábados e Domingos às 16h

Preços: Os ingressos variam de R$ 50 a R$ 100 e podem ser comprados pelo site.

“Se eu Fosse Você – O Musical”

Local: Teatro Cetip

Endereço: Rua dos Coropés, 88 – Pinheiros

Dias e horários: Quintas e Sextas às 21h – Sábados às 17h e 21h – Domingos às 17h

Preços: Os ingressos variam de R$ 50 a R$ 150 e podem ser comprados pelo site.

“Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz”

Local: Teatro Procópio Ferreira

Endereço: Rua Augusta, 2823 – Cerqueira Cesar

Dias e horários: Quintas e Sextas às 21h – Sábados às 17h30 e 21h30 – Domingos às 17h30

Preços: Os ingressos variam de R$ 50 a R$ 180 e podem ser comprados pelo site.

“O Rei Leão”

Local: Teatro Renault

Endereço: Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista

Dias e horários: Quartas, Quintas e Sextas às 21h – Sábados às 16h30 e 21h – Domingos às 14h e 18h30

Preços: Os ingressos variam de R$ 50 e R$ 280 e podem ser comprado pelo site.

“Rita Lee Mora ao Lado”

Local: Teatro das Artes

Endereço: Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado – Pinheiros

Dias e horários: Sextas às 21h30 – Sábados às 21h – Domingos às 19h

Preços: Os ingressos variam de R$ 60 a R$ 100 e podem ser comprados pelo site.

“Mania de Explicação”

Local: Teatro Shopping Frei Caneca

Endereço: Rua Frei Caneca, 7º andar (Shopping Frei Caneca), 569 – Consolação

Dias e horários: Sábados e Domingos às 16h

Preços: Os ingressos custam R$ 70 e podem ser comprados pelo site.

Matéria por: Letícia Emori
Diário SP Online
07/11/2014

Prêmio Arte Qualidade 2014 – O Homem De La Mancha


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Sempre coerente em seu objetivo de reconhecer o talento do artista brasileiro, a premiação artística e cultural passou por uma grande reformulação em 1999 com a introdução de novos critérios e seu atual modelo de indicação e resultado através de votação pública pela internet, somando prestigio e credibilidade para se tornar um dos importantes prêmios de reconhecimento artístico do país.

Em 2014, o musical “O Homem De La Mancha” concorre ao prêmio na categoria de “Melhor Espetáculo Teatral Musical“, por produção do “Atelier de Cultura“!

Clique na imagem abaixo para votar!

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